segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Novela ‘O Clone’ volta ao ar nesta segunda-feira sem cortes

Jade (Giovanna Antonelli) e Lucas (Murilo Benício) se apaixonam em ¿O Clone¿, mas são impedidos de namorarem pelo tio da moça, Ali (Stênio Garcia), .... Foto: Divulgação‘O Clone’ é a esperança da Globo para recuperar a audiência perdida com ‘Sete Pecados’
Depois de 10 anos, O Clone, de Glória Perez, volta à TV brasileira a partir de hoje, em Vale a Pena Ver de Novo. A novela aborda o tema da clonagem humana e gira em torno do amor proibido entre Jade (Giovanna Antonelli), filha de muçulmanos criada no Brasil, e Lucas (Murilo Benício), que a conhece durante viagem ao Marrocos.
Apesar do horário, a autora garante que a trama vai ser exibida sem cortes e o tema da dependência química, abordado por meio dos personagens Mel (Débora Falabella) e Lobato (Osmar Prado), será mostrado integralmente, com a campanha antidrogas e depoimentos reais ao final de cada dia. “Vai haver apenas uma redivisão dos capítulos, em função do horário”, explica Glória, que não teme assustar as crianças que, eventualmente, acompanhem a novela.
“A droga está aí desde cedo. Não adianta fugir, virar as costas. Se fosse escrever hoje, não mudaria nada, até porque a questão essencial continua sendo a dependência química e a devastação que ela provoca na vida das pessoas. É claro que, atualmente, eu faria referência ao crack”, completa.
O folhetim é uma das produções da Globo mais bem-sucedidas no mercado externo. O Clone recebeu inúmeros prêmios e foi veiculado em mais de 90 países.
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A novela também alavancou a carreira de alguns atores. Débora Falabella foi a grande revelação e suas cenas fortes chocaram e comoveram o público. “Mel foi meu primeiro papel de destaque e, com a polêmica, esse personagem me deu notoriedade”, destaca Débora.
Giovanna Antonelli, que fez Capitu em Laços de Família, já tinha admiradores, mas cativou a todos com a doce Jade, mocinha da história que sofria por um amor proibido devido às diferenças culturais. “É uma cultura mágica. Foi um prazer mergulhar nesse universo”, valoriza.
Mas não foi só por polêmica e amores proibidos que a novela ficou marcada. Bordões como Não é brinquedo, não, da eterna Dona Jura (Solange Couto) e Cada mergulho é um flash, com a saudosa Mara Manzan, têm tudo para repetir o sucesso e voltar a cair na boca do povo.”No caso da Jura, surgiu de um lance do dia a dia. A Solange chegou reclamando de uma fechada (no trânsito) e soltou: ‘Não é brinquedo, não’. Eu gostei e resolvi usar. ‘Cada mergulho é um flash’ eu criei depois de ver os paparazzi na praia”, conta Glória.
O Clone é a esperança da Globo para recuperar a audiência perdida com Sete Pecados, que amargou 12 pontos de média. A emissora sonha com um sucesso parecido ao de Senhora do Destino, que chegou a alcançar 21 pontos.

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